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Como seria o Metal sem DIO?
Esta é uma pergunta que muita gente deve estar se fazendo por aí. A resposta é simples: "Não seria". Dio está na história, enraizado nela, para sempre. Porque quando o público de um show de Heavy Metal estiver fazendo o sinal do chifrinho, que simboliza o metal, este público estará reverenciando o músico, que revolucionou, criou um estilo de cantar, com agudos e vibratos característicos do Metal Melódico, até hoje.
O uso da coreografia com as mãos, muito usada por músicos como Bruce Dickinson também é uma obra de Dio. Entre as inúmeras colaborações que deixou estão suas passagens pelos grupos Elf, na qual tocava baixo e cantava, algo que nunca entendi, particularmente, como se consegue fazer. Mas, a parte minhas limitações, tal função é desempenhada até hoje por Lemmy Kilmister, do Motorhead, e até o Humberto Gessinger, dos Engenheiros do Havaí, para chegar a um extremo bem contrastante, para não dizer ridículo.
A contribuição para tonar o som do Black Sabbath mais moderno, pesado, melódico, ao substituir Ozzy, e com isso levar, para muitos, o crédito por ser o inventor do Heavy Metal, pode ser conferida na qualidade da música Die Yong, do álbum Heaven and Hell, em 1980. Tanto que se nota o legado de Dio na voz do ótimo Tony Martin, no álbum Headless cross, em 1989. Uma fase, é verdade, à sombra do belo legado também deixado por Ozzy. Mas Dio parou por aí? Acreditem, ele ainda fez muito mais com seu projeto solo. Mas, palavras, neste caso, não podem explicitar Dio e seu trabalho, assim como um arco-íris no escuro que não pode ser visto com toda a exuberância que tem, Dio não deve ser apenas visto, deve ser sentindo, ouvido. Mais isto também não explica metade do que se pode saber ao sentir o som da Heaven and Hell, em Rainbow in The Dark, do céu de Dio, só par começar.
A autobiografia de Ozzy Osbourne, I Am Ozzy [Eu sou Ozzy], será lançada no dia 1º de outubro na Inglaterra e já teve sua capa divulgada. Ele que já comeu morcegos, no palco, já foi acusado de ter pacto com o demônio, por fazer músicas comoN.I.B(Black Sabbath), e processado por influenciar a morte de um fan adolescente com o sucesso da carreica soloSuicide Solution, está de volta.De acordo com a editora Antonia Hodgson, o livro é "fantástico, com um estilo próprio de Ozzy, engraçado e muito completo", reporta o site Blabbermouth.
A nova investida do músico, que já expos a si mesmo e a família em um reallity show, que mostrava o dia a dia da família Osbourne, The Osbournes,promete relembrar com detalhes a vida e obra do músico, incluindo as polêmicas relacionadas ao uso de drogas.
Ainda não há previsão de lançamento da autobiografia nos demais países.
Martin Scorsese finalizou as filmagens de seu documentário sobre o ex-beatle George Harrison, intitulado Living in the Material World: George Harrison. A informação foi dada pelo próprio cineasta durante o Festival de Cannes, segundo divulgou o site da revista Variety.
Atualmente o filme está sendo editado por David Tedeschi e deve ser lançado em 2011, apesar de ainda não haver uma data definida. O título do documentário foi inspirado no álbum Living in the Material World, lançado pelo guitarrista em 1973. Scorsese e Olivia Harrison, viúva do músico, disseram durante o evento que a busca de George pelo equilíbrio entre o físico e o espiritual inspiraram o nome. "Eu cresci um católico romano e queria me tornar padre quando mais novo, então, é um assunto que sempre fez parte da minha vida", disse o diretor. "Quanto mais você se enfia no mundo material, maior é a procura por serenidade."
Living in the Material World: George Harrison mostrará o legado do músico desde seus tempos de beatle até sua trajetória solo. De acordo com a Variety, Olivia Harrison passou horas pesquisando em anotações de Harrison que nunca foram reveladas ao público, fitas cassetes e fotos que serão exibidas na produção. O filme contará ainda com entrevistas inéditas com Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono, Eric Clapton e Phil Spector, entre outros.
George Harrison morreu em 2001, aos 58 anos, em decorrência de um câncer. (Revista Rolling Stone)
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